PETRÓPOLIS GOLF AND COUNTRY CLUB

Próximos Eventos:

Master Tour 2016 . 8/Outubro . Petrópolis
Aberto do Estado RJ 21-23/Outubro Campo Olímpico
Taça Japão 29/Outubro Petrópolis

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Brasil é puro ouro no Mundial Militar na Holanda

A equipe brasileira teve um desempenho espetacular no recente Mundial Militar de Golfe, realizado em Amsterdã, Holanda.  Simplesmente arrebatou todas as medalhas possiveis com exceção da prata feminino. Uma supremacia que dificilmente poderá ser repetida.

O dream team militar brasileiro monopolizou todas as 5 medalhas de ouro, conseguindo ainda 1 prata e 2 de bronze, para um total de 8 medalhas, deixando a França em segundo com um total de apenas 2 medalhas de prata.

Conquistaram a medalha de ouro Daniel Stapff no individual masculino, Miriam Nagl no feminino, Rafael Barcellos na senior, além do ouro por equipes, masculina e feminina. 

Todos os participantes eram terceiro-sargentos da Aeronáutica, com exceção de André Tourinho, medalhista de bronze da Marinha, e foram capitaneados pelo coronel aviador Mario Moreira, do Rio de Janeiro, sócio do Itanhangá.

Marcelo Rocha joga 8 abaixo e Conquista a Vitória no Nespresso

Marcelo com a apresentadora do Nespresso, Vitoria Lovelady

O sócio Marcelo Rocha, em parceria com Marcos Dias, ex-sócio do Petrópolis durante vários anos, conseguiram a proeza de jogar 8 abaixo do par na penúltima etapa do Nespresso, torneio nacional, que foi realizada no São Fernando em São Paulo.  Com esse resultado, Marcelo acabou ficando com a Vitoria, pois ninguem foi páreo para ele.

O Nespresso é um torneio realizado em 19 etapas em diversos campos do Brasil, sendo a maioria de São Paulo. As duplas vencedoras das etapas classificam para a grande final no próprio São Fernando, que terá como premio viagens para assistir a Ryder Cup 2016 nas longas 7,700 jardas de Hazeltine, MN., Estados Unidos, um dos campos mais difíceis do mundo.

No entanto, Marcelo alegou contusáo e desistiu de participar da etapa derradeira. Comentou que, para ele, o campo de Hazeltine ainda é curto e não oferece nenhum desafio. "- Parece campo de par 3", declarou na coletiva de imprensa.

Rose, Stenson e Kuchar fazem o podium na Rio 2016

Num final eletrizante, o britânico Justin Rose conquistou a medalha de ouro no Golfe dos Jogos Rio 2016. Justin chegou ao buraco 18 empatado com o sueco Henrik Stenson, mas soube aproveitar bem o fato de bater as três tacadas no par 5 derradeiro sempre depois do adversário, no forte vento contra, de leste, e assim, pode colocar seu approach mais proximo à bandeira, para fechar com birdie, -16 no total.  Stenson, recentemente coroado no British Open, era o grande favorido das apostas após a desistencia de Jason Day e de Jordan Spieth. No entanto, o curto approach no green lhe custou caro e acabou com tri-putt para boggie, fechando com -14

A medalha de bronze ficou com o norte-americano Matt Kuchar, um dos favoritos da torcida brasileira, junto com Bubba Watson. Matt teve uma rodada final espetacular, com -8, superando varios adversários, para concluir o torneio a apenas uma tacada da medalha de prata.

Único brasileiro participante, o gaúcho Adilson da Silva, de Santa Cruz do Sul e residente de Durban, Africa do Sul,  foi ovacionado pela torcida após um front nine com 4 birdies consecutivos no domingo.  Adilson, atualmente ranqueado em 271o. segundo a Federação Internacional de Golfe (IGF), concluiu o torneio na 39a. colocação, à frente de muitos jogadores em melhor posição no ranking. Ao final do torneio, Adilson comentou que tentou dar tudo de si, e que em alguns momentos parecia que ia dar tudo certo para alcançar pelo menos um top 10, mas não deu sorte em algumas tacadas. Além disso, considerou o field extremamente competitivo, de altissimo nivel, e achou que no final, as três medalhas foram dadas aos que realmente mais mereceram. 

No torneio feminino, a coreana Inbee Park sagrou-se a primeira campeã olimpica de golfe, apoiada por uma grande torcida de coreanos que literalmente invadiram o Campo Olimpico da Barra. Torciam também por Lydia Ko, lider do ranking mundial, de origem coreana que compete pela Nova Zelândia, e que ficou com a medalha de prata. A chinesa Shanshan Feng ficou com o bronze.

Participaram duas jogadoras brasileiras, a paranaense Miriam Nagl que ficou na 52a. colocação e  a paulista Victoria Lovelady, na 53a.  Ambas ficaram muito emocionadas ao representar o Brasil e não conseguiram bons resultados nos primeiros dias de competição. Miriam havia começado muito bem no primeiro dia, mas teve a infelicidade de uma bola perdida na zona nativa do buraco 11 e, a partir deste momento, não conseguiu se recuperar.  Elas somente acertaram a mão no ultimo dia, quando jogaram 1 abaixo do par.  Em tempo, Miriam havia conseguido o melhor desempenho dentre todos os jogadores no evento teste, há alguns meses, quanto terminou 4 abaixo.

Destaque também pela presença de belas jogadoras da LPGA que arrancaram suspiros da platéia, como a russa Maria Verchenova, a canadense Brooke Henderson e a alemã Sandra Gal, que tiveram ótimo desempenho, porém não conseguiram a consistencia necessária ao longo dos quatro dias para alcançar o podium.  Verchenova estabeleceu o recorde do campo olimpico, com 62, 9 abaixo do par, dando um show no ulitmo dia, com direito a hole in one, eagle e 9 birdies. 

 

Inbee Park ao centro com Lydia Ko e Shanshan Feng
O gaúcho Adilson da Silva, tacada inaugural da Rio 2016
Victoria Lovelady e Miriam Nagl
A russa Maria Verchenova em dia de recorde do campo, -9

Gianni Pareto

A cerejeira do green do 18 floriu como nunca, em todo o seu esplendor.   Talvez tenha sido a forma que o campo encontrou para despedir-se do seu maior e mais longevo sócio, nosso Decano, nosso Patrono, e Presidente do Conselho...

Após 61 anos de clube e 92 de uma vida invejável, Gianni Pareto nos deixa.  A sensação é um misto de tristeza pela inestimável perda e a celebração de uma vida intensa, vivida em toda a sua plenitude.

Estamos todos com Giannni nas nossas orações...

Destaques do Petropolis no Master do Itanhanga

Ademir, Marcia, Alda e Rodney com a dupla Ugo e Junior

Nos dias 21 e 22 de julho foi realizada a quarta etapa do Master Tour 2016, desta vez no Itanhangá Golf Club.  O evento contou com presença de jogadores de todo o Estado e foi marcado por uma intensa agenda social que incluiu um show MPB durante o happy hour de quinta-feira, dia 21 e um show da dupla sertaneja Tato e Junior, de São José do Rio Preto - SP, durante o evento de premiação na sexta-feira..

O torneio senior foi vencido por Milton Queiros, o Tita, do clube anfitrião, com 164 gross, seguido pelo petropolitano Ademir Santana com 167. Na categoria pre-senior, o titulo ficou com Mario Bosi, do Itanhangá que venceu no playoff o jogador do Teresópolis, Jorge Luis da Silva.

Dentre os jogadores do Petrópolis, destacaram-se, além de Ademir, a capitã Márcia Sampaio ficou com o vice campeonato na scratch feminino, Alda Matsuda com o vice no handicap, fazendo a dobradinha com o marido Rodney Rocha que ficou em terceiro lugar na categoria acima de 22 de handicap.

O Master Tour prossegue em 15-16 de setembro no Gávea e terá sua etapa derradeira em nosso clube nos dias 8 e 9 de outubro.

 

Kenji Ishii é tetra-campeão do Aberto do Petrópolis

Foi uma vitória apertada.  Após uma vantagem de tres tacadas no primeiro dia, Kenji viu os adversários se aproximarem perigosamente na derradeira etapa no domingo, ao ponto de permitir que Oswaldo Faria chegasse a empatar a disputa. Faria, jogador do Gávea, mas que jogou no Petrópolis durante quase toda a sua vida, chegou a ter um putt para a vitória no 18, que acabou não entrando.  Com isso, a disputa foi levada ao play-off novamente para o mesmo 18, onde Kenji acabou levando a melhor, já no apagar das luzes de domingo.  Com a vitória, Kenji consolida-se ainda mais como lider do ranking estadual e atinge o feito inédito de quatro Abertos do Petrópolis consecutivos. 

Entre os jogadores com handicap, a vitória ficou com o petropolitano Miguel Elkind com 148 net, seguido por Roberto Faria, irmão do Oswaldo, com 148, ficando em terceiro lugar Alexandre Alves, com 150, jogador originário do Petrópolis mas que atualmente é morador de Buzios. Alexandre superou Eric Ferrez pelos critérios de desempate.

Na chamada categoria M2, com handicap entre 8.6 e 14.0, o título ficou com Phil Healey de Teresópolis, com 142 net, seguido por Vicente de Souza, da FGERJ, com 145 e Luis Henrique Leite do Gávea, com 146.

Na segunte categoria, até 22 de handicap, Jorge Traspadini da FGERJ ficou com a vitória após jogar 142 net, superando o anfitrião  Paschoal com 146 e José Castro com 148.

Por fim, na M4,  Rodney Rocha do Petrópolis venceu com 78 par points, dois a mais do que o jogador tcheco Ivan Zabojnik, do Frade, ficando Alberto Teixeira Neto em terceiro.

Entre as mulheres, Thuane de Souza do Japeri sagrou-se campeã do Petrópolis pela primeira vez no scratch, superando Raquel Ventrigila do Itanhangá por 5 tacadas. Dentre as jogadoras com handicap, Meidy Gama do Gávea ficou com o título com 149 net, seguida por Jacqueline Lippi e por Valeria Monteiiro.

Na categoria faminina, handicap acima de 16, a petropolitana e capitã do clube, Marcia Sampaio ficou com o título, superando as também jogadoras do Petrópolis Noemia Demura e Paula Caleffi.

O Aberto do Petrópolis contou com o patrocinio de G.Pareto Empreedimentos, da Copelmi Mineração, da Dojjo-Confere Jiu-Jitsu online e da Parrocha Logistica.  Apoiaram também a realização do evento  Himater, Global Services, Basilio Advogados, Restaurante 2 Valles, Pousada Paraíso, Hotel Vale Real, Under Armour e Don Bistro.

 

Destaques do Petrópolis no Master de Buzios.

vencedores do Petrópolis, acompanhados pelo campeao pré-senior, o francês Didier Chasco

No último final de semana de junho, foi realizada a terceira etapa do Master Tour 2016, desta vez no Buzios Golf Club, marcado novamente por uma intensa agenda social para confraternização dos participantes. O ponto alto foi o jantar de sábado oferecido pela organização do torneio que lotou o ótimo Restaurante Rincón, especializado em frutos do mar, na Orla Bardot.

O Petrópolis contou com uma expressiva delegação de 15 jogadores, que incluiu alguns sócios veteranos do clube que apenas esporádicamente participam do Master Tour, como Enrico Amata, César Faria e Manuel Marques. O saldo foi sumamente positivo, com praticamente a metade dos participantes do Petrópolis voltando com troféu para casa.

Resultados:

Na categoria senior scratch, o petropolitano Adermir Santana, filiado à FGERJ, sagrou-se campeão com 161 tacadas, superando o anfitrião Carlos Vasconcellos por seis tacadas.

Dentre os senior com handicap, José Francisco Klujsza ficou com a terceira colocação, atrás dos jogadores locais Paulo César Silva e Sérgio Gariano.

Já na senior de 14 a 22 de handicap, Manuel Marques ficou em segundo, superado por Jens Gasrdsvig, filiado à FGERJ, enquanto que na categoria acima de 22 de handicpap, destaque para a terceira colocação do petropolitano Rodney Rocha.

A categoria pré-senior foi vencida pelo francês Didier Chasco, jogador de Búzios, com uma espetacular volta de 1 acima do par no sábado, estabelecendo um novo  recorde  para o Master Tour no difícil campo de Búzios.  Dentre os petropolitanos, Cláudio Montesso marcou presença ao obter a terceira colocação na categoria acima de 14 de handicap.

No feminino, foram destaques do Petrópolis a capitã Márcia Sampaio, que ficou em segundo lugar geral, e Paula Caleffi que sagrou-se vencedora da categoria com handicap.

Parabéns aos ganhadores e ganhadoras do Petrópolis!

À casa retorna...

As jogadoras do Petrópolis tiveram uma agradável supresa sábado dia 24 de junho ao receber a visita inesperada, vinda da Suécia. Trata-se da ex-sócia, de longa data, Gun Anderson, mãe de Eric Anderson, profissional de golfe criado nos fairways e greens do nosso clube, e que atualmente é o Head-Pro do São Paulo Golf Club.

Maria Theresia reuniu a turma feminina que não havia viajado para o Master de Buzios para matar as saudades e jogar 18 buracos.

Márcia Sampaio vence o Aberto do Gávea, categoria 16 a 28 hcp

A capitã do Petrópolis, Márcia Sampaio consegue mais uma façanha na sua meteórica carreira ao vencer o Aberto do Gávea na categoria intermediária, 16 a 28 de handicap, com 151 tacadas net, superando a anfitriã Raquel Landsberg.  Destaque também para a jogadora do Petrópolis, Lucia Leite, com 155, que ficou com a terceira colocação.

Na seguinte categoria, Thereza Brandão, também do Petrópolis, sagrou-se campeã, ao venceu por 12 pontos de vantagem sobre duas jogadoras do Gávea, Lilian Saad e Gabriela Itagiba.

Dentre as jogadoras scratch, vitória para a sócia do Itanhangá Giulia Mallman, após realizar a melhor volta do torneio na final com 75, perfazendo um total de 241 tacadas em tres dias de competição, e vencedo por 6 tacadas.

as vencedoras do Petrópolis, Thereza, Márcia e Lucia
Márcia com Francisca Orleans e Bragança

Ladies´ Day no Petrópolis

Numa bela tarde de sábado, a capitã Márcia Sampaio organizou mais um evento, desta vez para as mulheres, buscando fomentar a integração das sócias, além de dar a entrada para jogadoras novatas.

As jogadoras foram distribuidas em grupos de quatro, composto por duas veteranas, uma principiante, capitaneado por um profissional.  O grupo vencedor foi integrado por Julia Tsuboi, Hitomi Tainaka, a estreante Fabiola Andrade e pelo profissional Igor Santana. 

Prestigiaram o evento também Alda Matsuda, Noemia Demura, Cris Montesso, Maria Theresia Reisky e Fabiana  Savariappan, além dos respectivos de cada uma das participantes.

Após o jogo, tivemos um churrasco proximo à varanda do clube ao som da guitarra do animado sócio Alfred Vijay Savariappan, e sorteio de brindes. 

Parabéns às jogadores e em especial à Marcia pela organização.

 

o animado grupo feminino com a capitã Márcia
o grupo vencedor com Julia, Fabiola, Hitomi e Igor

Aniversário do Paquinha

Um do nossos  mais antigos funcionários,  o Paquinha celebrou mais um aniversário  com um torneio entre amigos sócios e caddies, com direito a churrasco e entrega de prêmios e bolo oferecido pela  sócia Maria Theresia Reisky .

O torneio  foi vencido pelo funcionário Wanderson Polengo seguido por Pedro Hee e o sócio Paulo Demura,  após desempate com o capitão do clube, Daniel Imamura.  Os vencedores receberam belos troféus confeccionados  pelo próprio aniversariante.

Parabéns Paquinha por mais um aniversário!

 

jogadores se preparando para o shotgun
Paquinha com alguns dos sócios presentes
presença de socios, funcionarios, caddies e visitantes

Apenas uma semana após passagem de tornado, campo está em plenas condições de jogo

O desafio era grande diante de inumeras arvores quebradas, sendo várias delas arrancadas pela raiz. A imagem naquela de manha domingo, 5 de junho, era preocupante.  Entretanto as equipes do campo realizaram um trabalho incansável, començando pela hipica, a área mais afetada e deixaram o campo em ótimas condições em tempo recorde.  Estamos a praticamente um mes do nosso aberto e podemos voltar aos preparativos dos fairways e greens dentro do planejamento traçado anteriormente.

Naquele domingo, o rastro de destruição das árvores era bem definido com cerca de 50 metros de largura, e pôde ser notado a partir do alto do Calembe, acima da Hípica, com muitas árvores caídas ou destruidas. Atravessou a pista de salto e passou pelas cocheiras, derrubando as árvores pelo caminho, que caíram sobre as estruturas da hípica e bloquearam todas as vias de acesso. Segundo o relato dos funcionários, foi tudo muito rápido, não durou mais de 15 minutos, e foi seguido por forte chuva de granizo.

Felizmente, os cavalos não foram afetados, apesar do enorme susto.  A análise preliminar sugere que a hipica acabou sendo ajudada pela topografia do terreno, pois da pista de salto para as cocheiras, existe um desnível, o que na prática representou uma proteção natural contra o tornado vindo de leste. 

Os trabalhos de remoção começaram imediatamente, com prioridade para reestabelecer os caminhos da hipica para que os cavalos possam se movimentar. Em paralelo, as motosseras do clube funcionaram a pleno vapor para remover as árvores no campo, além do longo trabalho de limpeza dos detritos dos fairways e greens. .

Confira nas fotos abaixo algumas imagens que obtivemos no local, e com a contribuição de Maria Theresia Reisky e Pedro Figueira de Mello.

rota de origem do fenomeno, antes de chegar à hípica
queda de árvore sobre as cocheiras

Field Day 2016

O Field Day de 2016 foi, sem dúvida, um dos mais memoráveis dos últimos anos, contando com a participação de mais de 50 sócios, além de muitos convidados e familiares, onde marcaram presença um grande numero de filhos de sócios, como há muito não se via. 

O evento iniciou com um shotgun em nove buracos, seguido de um divertido torneio de approaches, putting e closest drives no tee do 10, além do nearest to the pin no buraco 5.  

Após as competições de habilidade, o clube ofereceu aos participantes e acompanhantes um delicioso buffet sob os cuidados do nosso chef Giovanni. Em seguida, tivemos a tradicional cerimonia de premiação, que inclui a entrega dos troféus aos vencedores de diversos torneios realizados durante o primeiro semestre do ano no clube e dos ganhadores do Campeonato do Clube. Neste ano, tivemos como apresentadores os capitães, Daniel e Marcia, além dos vice-capitães, Rafael e Alda, com a participação do nosso presidente, Boris Watkins.

 

Gianni Pareto, e sua alegria contagiante
Campeões Miguel e Daniel, com os filhos
Paulo Demura, Taça Field Day 1o. lugar 0 a 13.4 hcp
Matheus Imamura, 1o. lugar acima de 13.4
Vencedores do Field Day, mini-torneios de habilidades
Rodney Rocha, 2o. lugar acima de 13.4
José Francisco, Taça Gianni Pareto até 13.4, 2o. lugar
Antonio Teles, de 13.5 a 35.4, 2o. lugar
Alda Matsuda, Taça Pareto, 1o. lugar damas
Alfred "Vijay" Savariappan, Taça Carnaval, 1o. lugar
Miguel Elkind, Taça Presidente, 1o. lugar até 13,4 hcp
José Francisco, 2o. lugar
Matheus Imamura, Taça Presidente, 1o. lugar acima de 13.4 hcp
Pedro Ribeiro, 2o. lugar acima de 13.4
Jose Francisco, Taça Capitão hcp até 13.4, 2o. lugar
Julio Sampaio, Taça Capitão acima de 13.4, 1o. lugar
Mateus Imamura, dupla com Julia Tsuboi na Taça Arkhe
Julio e Márcia Sampaio, casal vice na Taça Arkhe
Carlos Schmid e Antonio Teles, Taça Stevi Noren, 1o. lugar
Julio e Marcia Sampaio, 2o. lugar
Paula Caleffi, Maria Theresia Reisky, Carlos Eduardo Sá, o Dunga, e Hitomi Tainaka marcaram presença no Field Day

Relação de Ganhadores das Taças 2016

Taça Gianni Pareto

2º lugar 0 à 13,4 Jose Francisco Klujsza
1º lugar 0 à 13,4 Guilherme Gondim

2º lugar 13,5 à 35,4 Antonio Teles
1º lugar 13,5 à 35,4 Bernardo Bunjes

FEMININO

1º lugar Alda Matsuda

Taça Capitão

2º lugar 0 à 13,4 Jose Francisco Klujsza
1º lugar 0 à 13,4 Marcelo Rocha

2º lugar 13,5 à 35,4 Carlos Eduardo Quintão
1º lugar 13,5 à 35,4 Julio Sampaio

Taça Stevi Noren

2º lugar duplas Julio Sampaio
2º lugar duplas Marcia Sampaio

1º lugar duplas Carlos Schmid
1º lugar duplas Antonio Teles

Taça Carnaval

2º lugar 0 à 13,4 Marcelo Rocha
1º lugar 0 à 13,4 Marcio Guaranys

2º lugar 13,5 à 35,4 Bernardo Bunjes
1º lugar 13,5 à 35,4 Alfred Savariappan

Taça Presidente

2º lugar 0 à 13,4 Jose Francisco Klujsza
1º lugar 0 à 13,4 Miguel Elkind

2º lugar 13,5 à 35,4 Pedro Ribeiro
1º lugar 13,5 à 35,4 Matheus Imamura

Taça Arkhe

2º lugar duplas Julio Sampaio
2º lugar duplas Marcia Sampaio

1º lugar duplas Matheus Imamura
1º lugar duplas Julia Tsuboi

Taça Field Day

2º lugar 0 à 13,4 Jose Luiz Osorio
1º lugar 0 à 13,4 Paulo Demura

2º lugar 13,5 à 35,4 Rodney Rocha
1º lugar 13,5 à 35,4 Matheus Imamura

Nearest to the Pin Buraco 5 Francisco Nakamura
Best Drive tee 10 Rafael Mitchell
Putting Green Carlos Edurdo Sá ( Dunga )
Best Approach Boris Watkins

Vem ai...

Campeonato do Clube 2016

Miguel Elkind levanta a taça pela quarta vez

Miguel Elkind conquistou pela quarta vez o Campeonato do Clube na categoria scratch, desta vez derrotando, de virada, o capitão Daniel Imamura em maratônicos 34 buracos, por 3&2. Miguel havia superado o campeão do ano passado, Conrado De Vincenzi na semifinal com um confortável 5&4.

A nova capitã do Petrópolis, Marcia Sampaio sagrou-se campeã da Categoria Feminina 2016 ao vencer de virada Noemia Demura, por 2 up, após estar perdendo pelo mesmo placar nos primeiros 9 buracos. Marcia havia vencido a Maria Theresia Reisky na semifinal em jogo disputadissimo que foi levado a playoff. 

Na segunda categoria, Paulo Demura sagrou-se tri-campeão ao superar Marcio Guaranys por 4&2. 

Já entre os jogadores de 16 a 24 de handicap, Rafael Mitchell ganhou seu primeiro torneio do clube, derrotando Alexandre Coutrim.  Nas semifinais, Rafael havia superado a Claudio Montesso por 4&2 enquanto Alexandre venceu Manuel Marques por 2&1.

Na categoria de jogadores acima de 24 de handicap, Gilberto Roriguez sagrou-se campeão ao superar Paschoal Albuquerque por 4&3. Gilberto havia vencido a Carlos Eduardo Quintão na semi por 3&2 e Pascoal havia derrotado Rodney Rocha.

 

Relação dos Vencedores


Campeão Scratch: Miguel Elkind

Vice Campeão Scratch: Daniel Imamura

2º lugar 10 à 15 Marcio Guaranys
1º lugar 10 à 15 Paulo Demura

2º lugar 16 à 24 Alexandre Coutrim
1º lugar 16 à 24 Rafael Mitchell

2º lugar 25 à 32 Pascoal Albuquerque
1º lugar 25 à 32 Gilberto Leal Rodriguez

FEMININO

2º lugar 0 à 45 Noemia Demura
1º lugar 0 à 45 Marcia Sampaio

 

Paulo Demura, Campeão 10 a 15
Marcia Sampaio e Noemia Demura, campeã e vice, damas
Rafael Mitchell vencedor da 16 a 24 hcp
Paschoal Albuquerque, vice acima de 24 hcp

Ademir e Márcia vencem no Master de Teresópolis

O Master Tour completou sua segunda etapa no final de semana 21-22 de Maio em Teresópolis com a presença de vários jogadores do Petrópolis.

Destaque para a vitória de Ademir Santana, em seu primeiro torneio como filiado à FGERJ.  Ademir jogou 81 e 85 para superar na categoria senior scratch a Anthony Talbot, do Gávea, com quem estava empatado no primeiro dia e o anfitrião Phillip Healey.

No feminino com handicap, Marcia Sampaio sagrou-se campeã por uma tacada, com um total de 55 par points, derrotando jogadoras de clubes do Rio bem como representantes de São Paulo. 

Na categoria até 14 de handicap, os jogadores do Petópolis, Marcelo Rocha ficou em o segundo lugar na pré-senior, e Jose Francisco Klujsza, em terceiro na senior.

Presença do Petrópolis no Master do Frade 2016

Alda Matsuda e Marcia Sampaio recebendo seus troféus do ator Marcos Pasquim

Foi dado inicio ao Master Tour 2016 com a Etapa Frade, em Angra dos Reis, que contou com a presença de jogadores e jogadoras do clube.  

Clique no site da FGERJ, aqui, para a cobertura completa do evento e galeria de fotos.

Taça Imperial

Como manda a tradição, foi realizada mais uma Taça Imperial no Petrópolis, com destaque para a impecável organização dos irmãos Pedro, Fernando e Antonio Bragança, e apoio de Fernando Bouças, entre outros amigos.


Os participantes foram divididos em grupo de quatro jogadores, de acordo com o handicap, e protagonizaram uma divertida disputa, que foi ganha pelo grupo de Claudio Montesso, Marcia Sampaio, Antonio Telles e Rodney Rocha, com 16 abaixo do par net.  O quarteto chegou a estar 20 abaixo, porém, um deslize coletivo no buraco 18 fez com que terminassem o jogo com uma certa frustração e o sentimento de seriam superados por outros grupos. Entretanto, a vantagem construida ao longo do jogo foi tal que ainda ficaram quatro strokes acima do time vice-campeão, formado por Giani Pareto, Marcelo Rocha, Ithiro Kano e Tairone Oliveira. Em terceiro lugar, tivemos Alexandre Mello, Guilherme Gondim, Mario Piragibe e Julia Tsuboi.

Após o jogo, os convidados saborearam um delicioso buffet com steaks de mignon e salmão,seguido da entrega dos premios e de um animado sorteio de brindes.

Voce Sabia? Quem é o recordista do nosso campo?

por Jose Francisco Klujsza

 

O ano era 1975, em pleno Aberto do Petrópolis.

Jaime Gonzalez, um dos maiores nomes do golfe nacional, convidou seu colega de faculdade em Oklahoma, Henry DeLozier, para jogar alguns torneios no Brasil.  A agenda incluía o Petrópolis onde o Henry estabeleceu o recorde do campo, com 63 gross, que continua imbatível até os dias de hoje, quarenta anos depois.

Recentemente, surgiu a ideia de resgatar esse fato histórico para nosso clube através de uma conversa entre Lula Teixeira, Hélio Banal com alguns sócios daquela época, já que poucas pessoas sabiam do feito.  A partir disso, entramos em contato com o próprio Henry DeLozier que atualmente mora em Phoenix, Arizona, para que ele mesmo nos contasse sobre sua experiência no Petrópolis, o que acabou resultando numa agradável conversa com o nosso recordista:

JFK: Henry, antes de nada, gostaria de agradecer que você esteja dedicando um tempo da sua agenda para este bate-papo, além de estar sendo exigido lembrar de fatos que aconteceram há quarenta anos. Um teste e tanto de memória.  Conta para a gente como surgiu a ideia de vir ao Brasil e jogar o Aberto do Petrópolis?

HDL: Foi a convite do amigo Jaime Gonzalez.  Na época jogávamos no time de golfe da Universidade de Oklahoma State, nossa alma mater, e ele organizou tudo para que eu pudesse competir no Aberto do Petrópolis.  Para mim foi uma oportunidade de participar de uma competição internacional e fiquei bastante entusiasmado com a ideia.

JFK: Já se passaram quarenta anos desde que o recorde foi estabelecido.  O que você recorda daquela experiência no nosso clube?

HDL:  Lembro-me muito bem de três coisas.  Primeiramente, a generosa hospitalidade dos sócios do clube. Para mim foi uma honra competir naquele Aberto pois os sócios eram tão atenciosos comigo.  Além disso, a beleza natural do campo do Petrópolis, situado num  grande vale.  Lembro muito bem da belíssima vista do ultimo green e finalmente, lembro da grande honra que senti em participar do Aberto de vocês.

JFK: Henry, nós ainda somos reconhecidos pela hospitalidade e isso nos enche de orgulho. Porém, muitos vieram depois de você e ninguém foi capaz de quebrar o seu recorde.  O que exatamente aconteceu naquele dia?

HDL: Bom, estávamos no segundo dia do torneio, depois de um mal começo no primeiro dia, quando joguei 82.  Estava preocupado em frustrar meu amigo Jaime Gonzalez, quem me havia convidado para vir ao Brasil.  Era um jogador que admirava muito.  Portanto no segundo dia procurei me concentrar mais e jogar com mais determinação para tentar uma recuperação. O clima estava muito agradável e o campo em ótimas condições.  Os greens estavam tão bons que a gente achava que podia embocar cada putt. A inspiração começou quando consegui embocar da banca da esquerda do buraco 3.  A partir daí, começou uma sucessão de birdies.  Naquela época, estava bem treinado, com muita confiança no meu jogo. Fiquei muito feliz em fechar o segundo dia com 63, ou 7 abaixo do par, e terminei no terceiro dia com 68, não tão bom como na véspera mas, com certeza, bem melhor do que comecei o torneio.

JFK: Você já conseguiu quebrar recordes em outros campos?

HDL: É verdade que consegui bater recordes em outros campos nos Estados Unidos.  Mas nenhum deles foi tão memorável quanto o daquele dia no Petrópolis.

JFK: Como você tem acompanhado os preparativos para os Jogos Olimpicos no Brasil e o retorno do golfe como esporte olímpico?

HDL: Estamos acompanhando com muita atenção o golfe nas Olimpíadas.  Como milhões de golfistas ao redor do mundo, estarei seguindo com muito orgulho e entusiasmo o Brasil sendo o anfitrião do retorno do golfe como esporte olímpico.  Tenho certeza que muitos jogadores estarão indo visitar o país para jogar nos belos e desafiadores campos que tem o Brasil.

JFK: Como você se sente, depois de sua carreira como jogador, ter conseguido manter-se ligado ao esporte, agora como executivo?

HDL: Acho que tive sorte de poder ficar envolvido com o golfe por toda a minha vida.  Veja bem, depois de todos esses anos, eu me encontro agora como Sócio Principal da maior empresa de consultoria do mundo especializada em golfe.  È a Global Golf Advisors (www.globalgolfadvisors.com) que atende a mais de 2.700 clientes em muitos paises, com escritórios em Dublin (Irlanda), Phoenix (USA) e Toronto (Canada). Considero um privilegio poder servir ao esporte que tem proporcionado experiências tão memoráveis a tantas pessoas ao redor do mundo.

JFK: Você é sem dúvida dono de um currículo invejável no golfe, em todos os aspectos.  Que conselhos poderia  oferecer para o desenvolvimento do golfe no Brasil?  E para um clube de golfe como o nosso?

HDL: Primeiramente, sempre honrar o nosso esporte, e sobretudo incentivar crianças e mulheres para que joguem também.  As crianças são o future do golfe.  Suas mães e avós devem se sentir à vontade e muito bem-vindas no clube.  Quando as mães realmente incentivarem as crianças a jogar golfe, o esporte vai crescer muito.

JFK: Henry, conte um pouco sobre sua família.  Golfistas?

HDL: Meus filhos são grandes desportistas e também bons golfistas. Eles chegaram num nível bem elevado nos esportes que escolheram.  Allyn, minha filha, competiu no remo como timoneira do oito da Universidade de San Diego, Califórnia.  Meu filho Bennett foi o capitão do time de lacrosse da Universidade de Santa Clara, próximo a São Francisco.

Meu sogro competiu pela equipe de golfe da Universidade de Wake Forest com Arnold Palmer enquanto que Labron Harris, casado com minha irmã, competiu no US Tour durante 17 anos, e foi o campeão do Aberto Amador dos US em 1962.

JFK: Você tem planos para vir ao Brasil em breve?  A Rio 2016 seria uma ótima desculpa.

HDL: É bem possível que tenha viagens ao Brasil, pois nossa empresa tem clientes em varias partes do mundo.  Eu acredito que as Olimpíadas do Rio  vão contribuir para que o mundo veja o golfe como um esporte para muitos. E naquele momento, será o Brasil que estará liderando esse processo. Podem ter certeza que quando viaje ao Brasil farei questão de ir até Petrópolis.

JFK: Muito obrigado pela sua atenção, Henry.  Parabéns mais uma vez pelo recorde que continua imbatível no nosso clube, depois de tantos anos.  Tenho certeza que nossos sócios do Petrópolis ficarão contentes em conhecer o nosso recordista e esperamos você assim que possível no nosso clube.

 

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